Com mais de 12 milhões de seguidores no Instagram, Frei Gilson atrai uma multidão de fãs por onde passa. Uma dúvida comum entre as pessoas é se ele é padre. A resposta é sim, Frei Gilson é padre.
Na Igreja Católica, os termos “frei” e “padre” se referem a coisas diferentes, mas que podem estar na mesma pessoa. “Padre” é um título dado ao homem que recebeu o sacramento da Ordem, podendo celebrar missas e outros sacramentos. Já “frei” é uma designação usada por religiosos que pertencem a ordens mendicantes, como os franciscanos, capuchinhos e carmelitas.
Isso significa que todo frei pode ser padre, se for ordenado, mas nem todo padre é um frei. Um padre pode ser diocesano, ou seja, ligado a uma diocese específica sob o comando de um bispo, e não pertencer a uma ordem religiosa. Nesse caso, ele não é chamado de frei.
Frei Gilson, cujo nome completo é Gilson Sampaio de Oliveira, é um frade capuchinho. Ele foi ordenado padre, portanto, acumula os dois títulos: é frei por ser um religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, e é padre por ter recebido a ordenação sacerdotal.
A confusão acontece porque, no dia a dia, muitos fiéis se dirigem a ele simplesmente como “frei”. No entanto, quando exerce funções litúrgicas, como celebrar a missa, ele atua na condição de padre. Essa é uma distinção importante dentro da estrutura e da hierarquia da Igreja.
Outro ponto que gera dúvidas é a questão do celibato. Tanto os padres diocesanos quanto os frades religiosos, como Frei Gilson, fazem votos de castidade. O celibato é uma regra para os sacerdotes na Igreja Católica de rito latino, sendo um compromisso de dedicação integral ao serviço religioso.
A popularidade de Frei Gilson, especialmente nas redes sociais, tem aumentado o interesse do público sobre a vida religiosa e os termos usados no catolicismo. Seu trabalho de evangelização usa uma linguagem atual e acessível, o que ajuda a explicar esses aspectos da fé para um grande número de pessoas.
