Neste sábado, 3 de junho, o mundo recebeu a notícia de que Nicolás Maduro, o presidente da Venezuela, foi preso por forças armadas dos Estados Unidos. Ele estava no cargo há quase 13 anos, e sua captura marca um momento significativo na política da América Latina.
O ataque militar americano à Venezuela foi anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou que o país irá administrar a Venezuela durante a transição de governo. Maduro enfrentava acusações de envolvimento com narcotráfico, e a Venezuela, que possui a maior reserva de petróleo do mundo, sempre foi vista com interesse pelos Estados Unidos.
A prisão de Maduro provocou reações entre políticos brasileiros, especialmente na Paraíba. Diversos representantes expressaram suas opiniões sobre a intervenção e os desdobramentos do caso.
João Azevêdo, do PSB, comentou sobre a gravidade do ataque à soberania de um país, ressaltando que a força nunca deve substituir a diplomacia. Para ele, é fundamental que os interesses do povo venezuelano e a paz sejam priorizados.
Luiz Couto, do PT, manifestou seu repúdio às ações dos Estados Unidos, defendendo que tais intervenções violam a soberania e os direitos dos povos. Ele destacou que a paz e a diplomacia devem prevalecer em situações como essa, ao invés da força.
Cabo Gilberto, do PL, analisou a situação de Maduro como um reflexo do fim de regimes ditatoriais, citando que ele havia sido recebido com honras no Brasil, mas terminou isolado e preso.
Adriano Galdino, também do PSB, expressou preocupação com o respeito ao Direito Internacional, argumentando que ataques militares não podem ocorrer sem legítima defesa ou autorização da ONU. Ele chamou a atenção para a grande crise humanitária na Venezuela, que resultou na migração de milhões de venezuelanos.
Walber Virgolino, do PL, comemorou a prisão de Maduro e fez uma crítica à situação política interna.
Ricardo Coutinho, do PT, lamentou o ataque e enfatizou a necessidade de uma resposta internacional mais contundente contra as ações dos EUA, destacando o interesse na exploração do petróleo venezuelano.
Por outro lado, o Sargento Neto, do PL, ressaltou que, apesar de ditadores controlarem narrativas, a verdade e a vontade do povo sempre prevalecerão.
Até o momento, não houve manifestações de pré-candidatos ao governo da Paraíba, nem do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que também se manteve em silêncio sobre o assunto.
A captura de Maduro e suas consequências continuam a gerar debates acalorados e reflexões sobre a soberania e o papel das potências na América Latina.