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Lula é multado em R$ 15 mil por pedir votos a Tebet

Por Diário do Brejo · · 3 min de leitura
Lula é multado em R$ 15 mil por pedir votos a Tebet
Simone e Lula na campanha de 2022 (Foto: Divulgação)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi multado em R$ 15 mil pela Justiça Eleitoral de São Paulo. A punição ocorreu por um pedido de voto feito antes do período permitido para a ministra do Planejamento, Simone Tebet (PSB), e para a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), ambas pré-candidatas ao Senado por São Paulo. Durante um evento oficial em maio, Lula afirmou que o público poderia "um dia, dar voto para as duas".

O juiz Ronnie Herbert Barros Soares considerou a fala um pedido explícito de voto fora do prazo legal. Simone Tebet e Marina Silva não foram multadas. A decisão judicial aponta que elas não participaram da manifestação e não tinham conhecimento prévio do que seria dito. O vídeo do evento deve ser removido do YouTube, mas a decisão ainda pode ser contestada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) ou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Empresários do agronegócio começaram a defender a candidatura da senadora Tereza Cristina (PP) à Presidência da República. As manifestações ocorreram em grupos de WhatsApp do setor, como o Amigos do Cosag, ligado ao Conselho do Agronegócio da Fiesp, presidido pela própria senadora. Em conversas, Tereza Cristina disse estar pronta para disputar, mas que depende do aval do Partido Progressista (PP), que ainda não definiu posição e tende à neutralidade na eleição presidencial. Ex-ministra da Agricultura, ela já foi cogitada como vice e teve o nome testado em pesquisa encomendada por produtores rurais.

O Ministério da Saúde corrigiu uma portaria que colocava Campo Grande no estado de Mato Grosso, em vez de Mato Grosso do Sul. O erro ocorreu no repasse de R$ 3,2 milhões destinado à capital, dividido entre ações de vigilância em saúde, atenção primária e assistência hospitalar. O valor do repasse não foi alterado.

Mato Grosso do Sul terá direito a 2,75% do dinheiro do IPI-Exportação distribuído pela União aos estados em 2027. O percentual foi definido pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e considera o desempenho das exportações entre julho de 2025 e junho de 2026. O valor exato ainda não é conhecido, pois dependerá da arrecadação federal no próximo ano.

O Governo do Estado suspendeu por 12 meses um contrato com o BNDES. O acordo previa assessoria e suporte técnico para a renovação da concessão do serviço de distribuição de gás canalizado e a atualização dos investimentos da MSGás. O Executivo é sócio majoritário da companhia, que tem como parceira a Comit Gás S.A., formada pela Cosan e pela Mitsui Gás e Energia do Brasil. Pelo contrato, firmado no fim de 2023, o banco receberia no mínimo R$ 1,5 milhão, com possibilidade de chegar a R$ 5 milhões. Após a assinatura, houve queda na entrada de gás boliviano no Brasil devido à escassez do produto. O governo informou que a suspensão é temporária e necessária para readequar o projeto a um novo alinhamento estratégico.

As unidades de atenção primária de Campo Grande passarão a ter Times de Segurança do Paciente, formados pelo gerente e por outro profissional de nível superior. A medida foi publicada em edição extra do Diogrande. As equipes devem acompanhar riscos, erros de medicação, quedas, infecções e outras falhas no atendimento, além de encaminhar relatórios quinzenais à Secretaria Municipal de Saúde (Sesau).

A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) oficializou quatro novos acordos de cooperação internacional. As parcerias são com instituições de Honduras, Indonésia, Ruanda e México. Os acordos preveem intercâmbio de estudantes, professores e pesquisadores, além do desenvolvimento de projetos acadêmicos e científicos em conjunto. Há um protocolo de intenções de 12 meses com a Universidad Nacional Autónoma de Honduras e três acordos de cinco anos com a Universitas Indonesia, a Kibogora Polytechnic, de Ruanda, e a Universidad Autónoma de Baja California, do México.

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